EL “PROYECTO DE VIDA” EN LAS OBRAS DE FORMACIÓN CONTINUA PARA PROFESORES/AS DE HISTORIA
DOI:
https://doi.org/10.26694/rles.v30i62.6529Palabras clave:
Proyecto de Vida, Formación continua de profesores/as, Enseñanza de Historia, Neoliberalismo, Competencias socioemocionalesResumen
Discutir dos libros correspondientes a la formación continua de profesores de Historia: 1) “Moderno en formación: Historia: Libro del profesor” de Felipe de Paula Góis Vieira, Isabela Backx y Marcelo Abreu (2021), publicado por Moderna, y 2) “Tiempo, sociedad y cultura: Un diálogo interdisciplinario” de Alberto Luiz Schneider, Denise Mendes y Márcia Juliana Santos (2021), publicado por FTD. Estos libros fueron aprobados según la Convocatoria N° 03/2019 – Coordinación General de los Programas del Libro (CGPLI) para el proceso de inscripción y evaluación de obras didácticas, literarias y recursos digitales para el Programa Nacional del Libro y del Material Didáctico, PNLD 2021. Dicha Convocatoria preveía la inscripción de Libros de Formación Continua para ser utilizados por el equipo directivo y los profesores de los componentes disciplinares como referencia para la construcción de prácticas de enseñanza y aprendizaje correspondientes al Nuevo Bachillerato, y, en consecuencia, a la Base Nacional Común Curricular (2018). El análisis se centra especialmente en la interpretación de lo que se recomienda en relación con el Proyecto de Vida en estos libros, enfatizando críticamente el léxico empresarial predominante que prescribe experticia técnica y habilidades socioemocionales, con el objetivo de equipar a los educadores con las competencias consideradas necesarias en la reestructuración del capital. El estudio moviliza discusiones sobre el currículo (Goodson, 1995, 1997), el neoliberalismo y la educación (Laval, 2019; Ball, 2020), y la regulación subjetiva del trabajo docente a través de la gestión emocional (Cabanas; Illouz, 2024), problematizando las implicaciones de esta perspectiva en la formación de profesores.
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Citas
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