EVALUACIÓN DE LA ORALIDAD EN INVESTIGACIONES SOBRE LA FORMACIÓN DOCENTE: CONSIDERACIONES SOBRE CRITERIOS Y ESTRATEGIAS

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.26694/rles.v30i62.6778

Palabras clave:

Oralidad, Géneros orales, Evaluación, Formación de profesores

Resumen

En este trabajo analizamos los criterios y estrategias de evaluación de géneros orales en un conjunto de investigaciones realizadas sobre prácticas de oralidad en la formación docente. Para la discusión teórica, retomamos las concepciones de oralidad como práctica social (Marcuschi, 2001), así como perspectivas y criterios de evaluación desde un enfoque procesual, como parte del aprendizaje y del perfeccionamiento de los alumnos (Suassuna, 2007; Araújo; Suassuna, 2020). Como metodología, realizamos una investigación documental en la que se analizaron 19 trabajos (disertaciones, tesis y artículos), a partir de un conjunto de cinco categorías de criterios de evaluación y siete estrategias evaluativas. Los datos revelan que, a pesar de la diversidad de criterios y estrategias evaluativas presentes en la literatura, pocos son adoptados en la totalidad de los trabajos. Como consecuencia, las prácticas evaluativas de la producción oral y las estrategias de evaluación necesitan mayor visibilidad y adopción por parte de los docentes, con el fin no solo de explicitar a los estudiantes de grado las cuestiones que deben perfeccionar en su propio discurso, sino también de repercutir en la escuela básica y en la futura práctica profesional de estos licenciandos, como una actividad fundamental para el desarrollo de los estudiantes.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Rafaela das Dores Soares , Universidade Federal de Juiz de Fora

Mestranda em Linguística pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Professora da Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais. Atuou como bolsista de iniciação científica do Grupo de Pesquisa Linguagem, Ensino e Práticas sociais (LEPs) e atua como voluntária no Laboratório brasileiro de oralidade, formação e ensino (LABOR).

Tânia Guedes Magalhães, Universidade Federal de Juiz de Fora

Professora Associada da Universidade Federal de Juiz de Fora, atuando nos cursos de Letras e Pedagogia. Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFJF, atuando na linha "Linguagens, culturas e saberes". Grupo de Pesquisa Linguagem, Ensino e Práticas Sociais (LEPs) e uma das coordenadoras do Laboratório brasileiro de oralidade, formação e ensino (LABOR).   

Laís Lopes de Souza Gonçalves , Rede privada de Educação de Juiz de Fora

Aluna do curso de Especialização em "Gramática da Língua Portuguesa: Reflexão e Ensino" pela Universidade Federal de Minas Gerais. Professora da rede privada de ensino de Juiz de Fora (MG). Atuou como bolsista de iniciação científica voluntária do Grupo Linguagem, Ensino e Práticas sociais (LEPs) e atua como voluntária no Laboratório brasileiro de oralidade, formação e ensino (LABOR).

Citas

ABREU-TARDELLI, L. S. VOLTERO, K. M. 2019. O papel da ficha de avaliação e da escuta no ensino do gênero seminário. Entretextos, Londrina, v. 19, n. 1, p. 13-42, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.5433/1519-5392.2019v19n1p13 . Acesso em: 10 dez. 2022.

ALVIM, V. T. Práticas de oralidade no ensino fundamental: caraterísticas e funções das atividades de escuta. Dissertação. Mestrado em Educação. Universidade Federal de Juiz de Fora. 2015.

ARAÚJO, F. S.; SUASSUNA, L. Critérios para a avaliação da oralidade no ensino de língua portuguesa. Revista Letras, p. 97–112, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/letras/article/view/38796. Acesso em: 11 abr. 2023.

BAUMGÄRTNER, C. T. Grupos de estudos em Língua portuguesa – GELP: uma experiência de formação continuada de professores com foco em gêneros orais e ensino. In: BUENO, L.; COSTA-HÜBES, T. C. (Orgs.). Gêneros orais no ensino. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2015.

CABETTE, P. S. L. ROCHA, P. S.; MAGALHÃES, T. G. Formação docente e concepções de oralidade em documentos do curso de Pedagogia. In: Helena Maria Ferreira, Úrsula Cunha Anecleto, Jaciluz Dias Fonseca. (Multi)letramentos e formação docente. São Paulo: Parábola, 2025. Disponível em: https://zenodo.org/records/15442544 Acesso em: Acesso em: 30 abr. 2025.

CASTRO, J. J. S.; MAGALHAES, T. G.; SILVA, A. A. O gênero seminário como avaliação de conteúdo (e a oralidade não avaliada). In: Cristóvão, V. L.; Leurquin, E. L.; Lousada, E. G.; Cobucci, P.; Silva, K. (Org.). Mosaico didático: tributo ao professor Joaquim Dolz. Campinas: Mercado de Letras, 2024, p. 287-308.

COSTA-HÜBES, T. C. SWIDERSKI, R. M. S. Gêneros orais e ensino: uma experiência didática com notícia televisiva. In: BUENO, L.; COSTA-HÜBES, T. C. (Orgs.). Gêneros orais no ensino. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2015.

CRISTOFARI, A. L. K.; IRALA, V. B. “Eu gosto dos feedbacks, eu me sinto bem”: percepções discentes sobre experiências de avaliação dialógica no ensino superior. Linguagens, Educação e Sociedade, v. 27, n. 55, p. 1–23, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/3656 . Acesso em: 20 jan. 2024.

CORDEIRO, L. R. Comunicação oral e iniciação científica: um olhar para as práticas de letramento na universidade pública. Dissertação. Programa de Pós-Graduação em Letras. Universidade Federal de Pernambuco, 2024.

DIONÍSIO, A. P. Multimodalidade discursiva na atividade oral e escrita. In: MARCUSCHI, L. A; DIONISIO, A. P. (org.). Fala e escrita. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. p. 177-196.

DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B.; HALLER, S. O oral como texto: como construir um objeto de ensino. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004.

FORTE-FERREIRA, E. C.; MAGALHÃES, T. G. Ensino e avaliação da oralidade na formação docente em diferentes licenciaturas. Revista DELTA, v. 40, n. 4, 2024. DOI: 10.1590/1678-460X202440468757. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/delta/article/view/68757. Acesso em: 9 jan. 2025.

FORTE-FERREIRA, E. C.; MAGALHÃES, T. G. Oralidade e gêneros orais na formação docente em diferentes licenciaturas. Revista Educação e Linguagens, v. 12, n. 24, 2023. Disponível em: https://periodicos.unespar.edu.br/revistaeduclings/article/view/8554 Acesso em: 9 jan. 2025.

GOMES-SANTOS, S. N. A exposição oral nos anos iniciais do ensino fundamental. São Paulo: Cortez, 2012.

LEAL, T. F.; GOIS, S. (Orgs.) A oralidade na escola: a investigação do trabalho docente como foco de reflexão. Belo horizonte: Autêntica Editora, 2012.

LIMA, G.; CORDEIRO, L. R.; LIMA, L. B. A. Superando os obstáculos na comunicação oral da iniciação científica: uma experiência no âmbito de um minicurso. Revista EntreLetras, v. 14, n. 1, p. 148–167, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufnt.edu.br/index.php/entreletras/article/view/16456 Acesso em: 9 jan. 2025.

LUNA, E. A A. Desafios de docentes universitários brasileiros sobre didática da oralidade na formação do professor de Português. Indagatio Didactica, v. 9, n. 4, p. 81-96, 19 dez. 2017. Disponível em: Acesso em: 11 mar. 2023

MAGALHÃES, T. G.; CASTRO, J.J. S.; NEVES, C. L. L. Revisão sobre oralidade no contexto acadêmico de formação docente: quais práticas e gêneros? In: FERREIRA, R. Micarello, H. (Orgs). Conhecimentos em cadeias dialógicas de enunciados. São Paulo: Pimenta Cultural, 2022. Disponível em:

https://www.pimentacultural.com/_files/ugd/6f8845_4f7017ca256f46d2899f2916933586c5.pdf Acesso em: 11 mar. 2023.

MARCUSCHI, L. A. Concepção de língua falada nos manuais de Português de 1º e 2º graus: uma visão crítica. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, SP, v. 30, 1997, p. 39-79. Disponível em:

https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8639270. Acesso em: 16 out. 2025.

MARCUSCHI, L. A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

MARCUSCHI, B. Avaliação escolar na perspectiva dos Novos Estudos do Letramento. In: Sato, D. T. B., Batista Junior, J. R. L.; Santos, R. C. R. (Ed.) Ler, escrever, agir e transformar: uma introdução aos novos estudos do letramento. Recife, Pipa Comunicação: 2016.

MARQUES, C. O corpo fala: a gestualidade no oral. Youtube, 08 de nov. 2023. Ciclo de lives do Labor. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=WJZb6XZlW54&list=PLJt36Ven4acRQ2vJnNZiBDNub33l2IeP9&index=4 Acesso em: 31 maio. 2024.

MELO, C. T. V.; CAVALCANTE, M. C. B. Superando os obstáculos de avaliar a oralidade. In: MARCURSCHI, Beth; SUASSUNA, Lívia (org.). Avaliação em língua portuguesa: contribuições para a prática pedagógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, p.75-95.

MOREIRA, H. e CALEFFE, L. G. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. 2. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2008.

OLIVEIRA, P. T. C; COSTA-MACIEL, D. A. G. Conteúdo temático e estilo no contexto do gênero textual debate regrado: análise docente da proposição de ensino presente no livro didático destinado à EJA. Revista Interfaces, v. 9, n. 3, p. 145-156, 2018. Disponível em: https://revistas.unicentro.br/index.php/revista_interfaces/article/view/5537/3875

Acesso em: 11 mai. 2023.

SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

SILVA, A. A.; MAGALHÃES, T. G. Gêneros orais em contexto acadêmico: práticas comuns em disciplinas da graduação. In: Estudos decoloniais e multiletramentos: diálogos em evidência na sociedade contemporânea. Campinas: Mercado de Letras, 2023, pp. 223-256. Disponível em: https://www.mercado-de-letras.com.br/livro-mway.php?codid=887 Acesso em: 11 abr. 2023.

SILVA, B. C. A oralidade e os gêneros orais acadêmicos na formação de professores, jornalistas e advogados. Tese (Doutorado em Linguística). Programa de Pós-Graduação em Linguística. Universidade Federal da Paraíba. 2023.

SILVA, S.; MÉA, C. P. D. Avaliação de gêneros orais: critérios em debate. Diálogo das Letras, v. 7, n. 2, p. 44–60, 2018. Disponível em: https://periodicos.apps.uern.br/index.php/DDL/article/view/618. Acesso em: 1 jun. 2024

SOUZA, E. G. G.; CRISTÓVÃO, V. L. L. Elaboração de avaliação diagnóstica do gênero seminário acadêmico: construção de critérios e descritores. Revista da ABRALIN, v. 20, n. 3, p. 1525–1549, 2021. Disponível em: https://revista.abralin.org/index.php/abralin/article/view/1968. Acesso em: 9 jan. 2025.

STORTO, L. J.; FONTEQUE, V. S. Trabalho com a oralidade na formação docente inicial: implementação de uma sequência de atividades sobre seminário. In: MAGALHÃES, T. G.; BUENO, L.; COSTA-MACIEL, D. A. G. (Orgs.). Oralidade e Gêneros Orais: experiências na formação docente. Campinas: Pontes Editores, 2021, p.75-97.

SUASSUNA, L. Paradigmas de avaliação: Uma visão panorâmica. In: MARCUSCHI, B.; SUASSUNA; L. Avaliação em língua portuguesa: contribuições para prática pedagógica. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.

SUASSUNA, L. Avaliar é preciso. Saber como, também. Entrevista concedida ao Portal Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o futuro, 2014.

TRAVAGLIA, L. C. Gêneros orais - conceituação e caracterização. Olhares & Trilhas, v. 19, n. 2, p. 12–24, 2017. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/olharesetrilhas/article/view/40166 Acesso em: 11 mar. 2023.

Publicado

2026-01-26

Cómo citar

Soares , R. das D., Magalhães, T. G., & Gonçalves , L. L. de S. (2026). EVALUACIÓN DE LA ORALIDAD EN INVESTIGACIONES SOBRE LA FORMACIÓN DOCENTE: CONSIDERACIONES SOBRE CRITERIOS Y ESTRATEGIAS. Lenguaje, Educación Y Sociedad , 30(62), 1–30. https://doi.org/10.26694/rles.v30i62.6778