Nos meandros da industrialização na península de itapagipe: lugares de memória dos trabalhadores e o ensino de História na cidade de Salvador/BA

Autores

  • Marilécia Oliveira Santos Professora Titular do curso de História da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus II.

DOI:

https://doi.org/10.26694/rec.v13i1.9281

Palavras-chave:

Península de Itapagipe, Salvador/ BA, Lugares de memória, Trabalhadores, Ensino de História

Resumo

A proposta desse artigo é discutir possibilidades de problematizações dos lugares de memórias dos trabalhadores e das indústrias da Península de Itapagipe nas aulas de História nas diversas etapas da educação básica, pensando essa experiência a partir dos espaços educacionais dedicados ao Ensino Fundamental (Anos Iniciais e Anos Finais), Ensino Médio e/ou EJA situados na cidade de Salvador, capital da Bahia. Do final do século XIX até a metade do século XX, a referida Península vivenciou uma intensa atividade industrial que envolveu muitos dos seus moradores. Com o processo de migração das indústrias e incentivo a criação de novas plantas industriais na região Metropolitana da capital baiana, Itapagipe sofreu profundas transformações no seu espaço físico e nas condições de sobrevivência dos seus habitantes. Discutir esses temas em sala de aula, pensando uma relação presente/passado, pode contribuir para um Ensino de História renovado, que conecte o local com o global e permita que professores e discentes construam um conhecimento a partir de experiências históricas que estão no seu entorno, que apresentam vínculos diretos com suas trajetórias de vida e dos seus antepassados.

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Publicado

2026-08-22

Como Citar

Santos, M. O. (2026). Nos meandros da industrialização na península de itapagipe: lugares de memória dos trabalhadores e o ensino de História na cidade de Salvador/BA. Contraponto, 13(1). https://doi.org/10.26694/rec.v13i1.9281

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