TEORIA DA MORTE EPISTEMOLÓGICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.26694/epeduc.v9i1.8424

Palavras-chave:

epistemologia, ruptura, teoria, filosofia, conhecimento

Resumo

Este artigo apresenta a teoria da morte epistemológica como um modelo interpretativo para compreender o desenvolvimento do conhecimento humano. Argumenta-se que o avanço epistemológico não ocorre apenas por acumulação progressiva de informações, mas por meio de rupturas estruturais que transformam os horizontes cognitivos do sujeito. Quando um paradigma entra em crise, novas estruturas conceituais emergem, reorganizando a relação entre sujeito e realidade. Assim, o conhecimento deve ser entendido como um processo contínuo de morte e renovação conceitual. O artigo discute os fundamentos filosóficos dessa dinâmica, suas implicações para a compreensão da ciência e suas possíveis consequências para a teoria do conhecimento e para a educação.

Biografia do Autor

Arthur Zardetti Alves Nogueira, UFMS

Licenciado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasilís.

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Publicado

2026-04-30

Como Citar

ZARDETTI ALVES NOGUEIRA, Arthur. TEORIA DA MORTE EPISTEMOLÓGICA. Epistemologia e Práxis Educativa - EPEduc, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 1–17, 2026. DOI: 10.26694/epeduc.v9i1.8424. Disponível em: https://www.periodicos.ufpi.br/index.php/epeduc/article/view/8424. Acesso em: 23 maio. 2026.