TEORIA DA MORTE EPISTEMOLÓGICA
DOI:
https://doi.org/10.26694/epeduc.v9i1.8424Palavras-chave:
epistemologia, ruptura, teoria, filosofia, conhecimentoResumo
Este artigo apresenta a teoria da morte epistemológica como um modelo interpretativo para compreender o desenvolvimento do conhecimento humano. Argumenta-se que o avanço epistemológico não ocorre apenas por acumulação progressiva de informações, mas por meio de rupturas estruturais que transformam os horizontes cognitivos do sujeito. Quando um paradigma entra em crise, novas estruturas conceituais emergem, reorganizando a relação entre sujeito e realidade. Assim, o conhecimento deve ser entendido como um processo contínuo de morte e renovação conceitual. O artigo discute os fundamentos filosóficos dessa dinâmica, suas implicações para a compreensão da ciência e suas possíveis consequências para a teoria do conhecimento e para a educação.
Referências
AGOSTINHO. Confissões. São Paulo: Paulus, 2002.
BERKELEY, George. Tratado sobre os princípios do conhecimento humano. Lisboa: Calouste
Gulbenkian, 2008.
DESCARTES, René. Meditações Metafísicas. São Paulo: Abril Cultural, 1996.
HUME, David. Investigação acerca do entendimento humano. São Paulo: Unesp, 2004. KANT,
Immanuel. Crítica da Razão Pura. Petrópolis: Vozes, 2012.
KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 2011.
LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
PLATÃO. A República. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.
POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 2007.
RUSSELL, Bertrand. Os problemas da filosofia. Lisboa: Edições 70, 2008.



















