CARSTE EM ROCHAS CARBONÁTICAS E NÃO CARBONÁTICAS: contribuições na investigação das múltiplas formas esculturadas em território brasileiro
Palabras clave:
Denudação; Espeleologia; Recursos naturais; GeomorfologiaResumen
O território brasileiro possui variabilidade de formas esculturadas, sobretudo, em subsuperfície que podem ter sua gênese associada a processos de dissolução geoquímica juntamente à hidrodinâmica e condicionantes litoestruturais. O carste mais conhecido é formado sobre rochas sedimentares carbonáticas, bem como compreendem os maiores desenvolvimentos de condutos. As demais litologias compreendem feições que possam estar mais relacionadas à porosidade secundária das rochas, que também é definido como carste em rochas não carbonáticas. Sem se ater às definições conceituais do carste, este trabalho objetiva mostrar a contribuição para o meio técnico e científico de se investigar as múltiplas cavidades formadas no país, cujas dimensões espaciais podem variar. Para isso, utiliza-se de dados sobre o registro de cavidades, revisão em literatura de seus principais fundamentos e expedições em campo. A contribuição deste trabalho é mostrar como a investigação dessas feições favorecem tanto a compreensão evolutiva de dado ambiente, quanto o conhecimento sobre a maneira de serem geridos os recursos naturais à sociedade.
